Ontem não a escrevi, à Poesia. Pinteia-a.

O meu olhar é nítido como um girassol Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando pra direita e para a esquerda, E de vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança, se ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... (Alberto Caeiro)
Poucas formas de absolvição colectiva são tão eficazes como a normalização. Reconhece-se o problema, permanece visível, continua a ser comen...
4 comentários:
E ficou profundamente bela.
Que bom que agradou. Obrigado!!!
Muitos parabéns! Um poema muito bem pintado, cheio de curvas e flores.
Amigo, que nem poesia :) obrigado e um beijinho.
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