Não sou mais, nem para além de subtis pegadas da poesia, que descalça caminha pelas ruas do coração.
O meu olhar é nítido como um girassol Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando pra direita e para a esquerda, E de vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança, se ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... (Alberto Caeiro)
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2 comentários:
Bonito! Um beijinho e bom resto de domingo.
Obrigada, querida Maria. Um beijinho e um domingo feliz
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