Voa coração, ou então... Arde!
Eugénio de Andrade
O meu olhar é nítido como um girassol Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando pra direita e para a esquerda, E de vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança, se ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... (Alberto Caeiro)
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Hipoteticamente
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14 comentários:
Voa voa, fogo não!
Beijinhos, Ritinha.
A voar é que te deixas levar… :-)
Depende do vento...
Gosto TANTO do Geninho... obrigada por me lembrares destes génios que por algum motivo esqueci... "É urgente inventar a alegria,
multiplicar os beijos, as searas,é urgente descobrir rosas e rios e manhãs claras."
Obrigada
Coraçanito da Rita, Mendes propósito tenho esse Poá agendado no outro blog ou para amanhã ou para quinta ehehe
Eu também adoro este senhor, a sabedoria da simplicidade das suas palavras ...
Obrigada eu, por sempre os leres :-)
Ahahaha concordo, Kalila. Depende dos ventos
Não há meio sentimento, querida! :)
Também é verdade :-)
Não há mesmo...! ;-)
À mais pequena dúvida...deixa de ser um sentimento, com batimento *_*
Estás inspirado hoje :-) Gosto!
Agradecido *_*
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