Quantas são as vezes em que o final da linha é apenas o ínicio de uma nova viagem!
Rita
O meu olhar é nítido como um girassol Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando pra direita e para a esquerda, E de vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança, se ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... (Alberto Caeiro)
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
A normalização como absolvição colectiva
Poucas formas de absolvição colectiva são tão eficazes como a normalização. Reconhece-se o problema, permanece visível, continua a ser comen...
4 comentários:
Tantas quantas assim entendermos...
Verdade doce Maria! Tudo para dizer que nem todo o trajecto acaba e que as rectas finais, poderão ser aproveitadas como novas rectas de lançamento para voos futuros.
Por outro lado, a mudança (de linha) é sempre uma nova oportunidade!
Agora só falta lembra-me disso todos os finais de linha
Vou acreditar que isso irá acontecer! Pode ser que te lembres que um dia leste, algures, num blog de uma cabecinha pensadora, que as linhas não têm necessariamente um fim! A menos que queiramos que o tenham, efetivamente.
E como disse e bem o nosso Pessoa "Para viajar basta existir". E a vida são constantes viagens! (sejam elas físicas, sonhadas, escritas, pintadas... ou qualquer outra coisa que queiras)
beijoca
Enviar um comentário