sábado, 13 de outubro de 2018

O arroz doce da vida

(Das boas e doces memórias... Porque recordar, por vezes, também é viver.)


 


Comi o amor e bebi a saudade, num prato de mar, em frente à vida...


 


Comi o amor.
Quente e intenso, como se quer o café da manhã. E único, como o teu coração quando, ao cheiro do pão, se derrete pelo queijo fundido da vida.
Comi o amor e lambuzei-me. Voltei a comer e a lambuzar-me outra vez.
Doce e com canela, na medida certa, como o arroz da tua alegria.


 


Porque o amor, afinal, também é fazer pão com queijo e café, e servir, na dose certa em pequenas taças de alma aberta, o arroz doce da vida.


 

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