quarta-feira, 13 de junho de 2018

Reflectindo sobre (A)normalidade


Aquilo que mais receio no mundo é a normalidade. Dentro dela não existe progresso. Nada é mais perigoso do que a benevolência e anuência de uma sociedade, perante factos, comportamentos, acções e acontecimentos entidos e tidos como normais, num decurso transgressor e imoral da História (de um país, de um clube, de um partido, de uma instituição ou organização,...).
A normalidade não incomoda, sendo esse o motivo pelo qual a mesma se aceita e institui.


Sem comentários:

Hipoteticamente

Dista-nos um quarteirão de luar onde, na sombra, os detalhes se ensaiam, os elementos se vestem de harmonia e onde todas as ruas parecem reg...