O Alentejo tudo devolve à terra:
A raíz e o chão
a alma cansada e o tempo do pão,
a vida em pousio e o áspero fermento da espera
que em mãos antigas macera
o futuro: quimera
daquele que vem e que passa,
do que não vem, mas que fica
e do que vindo como quem passa
regressa puro à sua graça
e à semente que edifica.
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