Silenciam-se os passos no barulho da mente.
Caminhas descalço em busca do teu presente,
quando o tens à tua frente
por vezes quieto e calado,
dás por ti a pensar nele noites a fio acordado.
Silencias a mente para nele não pensar;
embora vivendo-o, tens medo de o agarrar...
e perdes os teus passos, encontrando o pensamento
que te rouba a lucidez para viveres o teu momento.
Calas o que pensas, não nascendo o que sentes.
Fechas os teus olhos, porque é só a ti que mentes.
Finges que não te importas com o que a vida não te dá,
mas sabes que és tu quem o futuro mudará.
Noites em claro, pensamentos a voar.
Lágrimas que caem (continuas a chorar).
Aprende: a vida é uma e acaba!
Sorri e faz sorrir, porque um sorriso não mata!
Agarra o presente, deixa para trás o que passou,
vive o que tens e o que a vida te reservou.
Embora penses que o pensas não faz sentido,
escuta o coração se ele te falar ao ouvido.
Não cales o que pensas se for para nascer e prosseguir.
Abre os teus olhos, não podes ao presente mentir.
Não finjas que não te importas, se sabes que a vida te dá
motivos para sorrir, só de ti dependerá.
7 comentários:
Muito bonito Rita! =)
Beijinhos
Muito obrigada Ana :)
Uma beijoca e um dia feliz!
muito bonito, Rita!
sempre a fazer-nos pensar. :)
Já começam a faltar as palavras para classificar estas obras!
Muito obrigada pelas palavras, Queer.
Eu gosto de agitar mentes :-)
um beijinho!
Um sentimento de enorme gratidão para com o teu comentário, sábio Robinson! :-)
não há o que agradecer. :)
beijinho e tem um bom dia
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