Só o amor faz cabana num peito em ruínas...
O meu olhar é nítido como um girassol Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando pra direita e para a esquerda, E de vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança, se ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... (Alberto Caeiro)
sábado, 28 de abril de 2018
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A normalização como absolvição colectiva
Poucas formas de absolvição colectiva são tão eficazes como a normalização. Reconhece-se o problema, permanece visível, continua a ser comen...
4 comentários:
Hum... Esse desabafo... Vá, desvenda :-)
Ruínas... o meu desabafo cinge-se a ruínas!
Acho que entendi... Infelizmente :-(
Creio que tenhas tirado a conclusão certa...
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