
Comi o amor e bebi a saudade, num prato de mar, em frente à vida...
Comi o amor.
Quente e intenso, como se quer o café da manhã. E único, como o teu coração quando, ao cheiro do pão, se derrete pelo queijo fundido da vida.
Comi o amor e lambuzei-me. Voltei a comer e a lambuzar-me outra vez.
Doce e com canela, na medida certa, como o arroz da tua alegria.
Porque o amor, afinal, também é fazer pão com queijo e café, e servir, na dose certa em pequenas taças de alma aberta, o arroz doce da vida.
8 comentários:
Doce sobremesa... :-)
Se eu não puder açúcar na vida, não é ela que me vai adoçar a mim... ;-)
Seguramente que não :-)
Juntar Arroz Doce e Amor, e no fim ainda criar este texto é de se lhe tirar o chapéu... O José Cid tentou, mas só conseguiu ficar pelas favas com chouriço.
Ahahaha :D ADOREI as favas do Zé!
Bom, lá está, cada um come o amor que mais gosta. Ainda bem que não gostamos todos do mesmo :-)
(A digestão das favas é um momento nada ternurento)
Muito obrigada Robinson, espero que tenhas servido um pratinho doce para o teu fim de semana!
Foi óptimo... Grato :-)
Como já disse alguém:
" O que é doce nunca amargou ... "
Verdade! O "açúcar" da vida!
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