Quantas são as vezes em que o final da linha é apenas o ínicio de uma nova viagem!
Rita
O meu olhar é nítido como um girassol Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando pra direita e para a esquerda, E de vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança, se ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... (Alberto Caeiro)
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Hipoteticamente
Dista-nos um quarteirão de luar onde, na sombra, os detalhes se ensaiam, os elementos se vestem de harmonia e onde todas as ruas parecem reg...
-
Esperei por ti ao pé da ponte florida, na esperança vã enfeitada se adentro p'lo mar dos meus olhos, te visse vinte e oito passos apres...
-
Vem sentar-te comigo à beira Tejo, futuro, que se faz tarde; e o por do sol anoitece no limiar de um peito que arrefece às mãos do solstíci...
-
Incorro em pasmaceira de jumêncio sempre que se abate o silêncio para lá da chuva que cai. Tudo padece, nada apetece, a apatia envaidece e ...
6 comentários:
Tantas quantas assim entendermos...
Verdade doce Maria! Tudo para dizer que nem todo o trajecto acaba e que as rectas finais, poderão ser aproveitadas como novas rectas de lançamento para voos futuros.
Por outro lado, a mudança (de linha) é sempre uma nova oportunidade!
Agora só falta lembra-me disso todos os finais de linha
Vou acreditar que isso irá acontecer! Pode ser que te lembres que um dia leste, algures, num blog de uma cabecinha pensadora, que as linhas não têm necessariamente um fim! A menos que queiramos que o tenham, efetivamente.
E como disse e bem o nosso Pessoa "Para viajar basta existir". E a vida são constantes viagens! (sejam elas físicas, sonhadas, escritas, pintadas... ou qualquer outra coisa que queiras)
beijoca
Enviar um comentário