sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Do avesso

Conta-me histórias de amor...


 


Por vezes, é preciso dar a volta. Virar ao contrário. Apontar os pés para o céu e a cabeça para a terra, permitindo aos corações um encontro frente a frente. 


 


 


 


 

9 comentários:

miss queer disse...

(estou a alucinar ou a publicação tinha uma imagem e desapareceu? estava a ler textos teus e quando voltei já cá não estava!)

literalmente, não faria o pino! traumas de criança.
mas sim, às vezes é preciso dar essa volta. temos de nos moldar e encaixar, para que os corações fiquem em sintonia.

Rita PN disse...

Tinha uma imagem, retirei porque não gostei de ver! Não te preocupes, não é falta de carbs a causar alucinações :)

Tão certo! A mensagem é essa mesmo, moldar para que as vidas encaixem e os corações possam bater em sintonia!
Se for preciso fazer o pino, a vida dará um jeito ehehe

miss queer disse...

ahahah, fico mais descansada!

ena, consegui perceber certinho!
mas sim, isso é essencial, sem isso não resulta.
ahahah, nãooooo!

Rita PN disse...

Eu dei umas quedas valentes com essas aventuras de pinos e cambalhotas no ar. Era uma acrobata. Agora já não tenho elasticidade para certas coisas... mas o pino ainda faço! E até gosto de ver o mundo ao contrário :)

miss queer disse...

para mim, tudo o que envolva tirar-me o chão dos pés (não é os pés do chão, ahah) me deixa apavorada! até saltar para uma piscina! há sempre engraçadinhos a empurrarem-me, como deves imaginar.

Rita PN disse...

"tudo o que envolva tirar-me o chão dos pés (não é os pés do chão)" - gostei!
Enfrentar o medo é terapêutico. Requer tempo, paciência e compreensão por parte de quem acompanha. Calculo que sim. Embora empurrar não me pareça muito amistoso!
Mas olha, o medo de cair, por vezes, é maior do que a queda :)

miss queer disse...

sei disso. acredita que tenho enfrentado.
como não são coisas que perturbem a minha rotina... não preciso andar a fazer o pino ou a roda! e as piscinas têm escadas. se precisar mesmooo de o fazer, faço. :)

Rita PN disse...

Ahahaha graças a deus que tal movimentação não te é necessária diariamente.
E aqui para nós, a roda não obrigada :)
Assim mesmo!!!!

miss queer disse...

se fosse a nadar nem era mau! :)
quando tinha de fazer a roda por cima de um banco ou do plinto nem me importava, o pior era no chão!

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